A forca
Trim-trim: acorda e lembra a corda na forca.
Tic
tac:
de
vagar
vaga
a cela.
Toc
toc:
passos
da hora
que demora.
Toc
toc
toc.
Tum
tum:
bate,
rebate
no peito.
Tum,
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agosto 28, 2010 às 10:57 pm
“e o laço, que faço, desfaço? será que disfarço?… sem traço ….abraço…”
Grande Coelho, muito tempo se passou desde nossa última conversa, é por que agora sou eu q estou sofrendo com a dificuldade de encontar um pc disponível no pouco tempo livre que tenho tido.
Bom, o seu poema no meu modo de ver, também trata do mal estar da civilização,mais especificamente a questão
do banzo,o tédio e a solidão mesmo no meio da multidão e com os meios de comunicação avançado.Na real comunicação há, mas cada vez mais surperficialmente.
è mais ou menos o que abordei em Ca cos fonia, o individuo fragmento por dentro,engolido pela noite, a solidão(se reparar bem dá pra ver o desenho de um inseto- o medo) e depois o desenho do abraço desprestencioso, que liberta.(o desenho de duas pessoas com os braços pro alto)
Mais ou menos como disse Isseninin:
Até logo, até logo, companheiro,
Guardo-te no meu peito e te asseguro:
O nosso afastamento passageiro
É sinal de um encontro no futuro.
Adeus, amigo, sem mãos nem palavras.
Não faças um sobrolho pensativo.
Se morrer, nesta vida, não é novo,
Tampouco há novidade em estar vivo.
abraçao Fábio