Dona Fênix ataca novamente (poema resposta)
Ela veio e fez muito mais que um comentário: ela transcendeu o próprio poemeto postado. Posto o post antigo aqui e abaixo o ataque de Dona Fênix:
Saído da cachola do Coelho:
Rapidamente um pingo
de açúcar barato sente,
pula como fosse bingo!
O que tinha em sua mente:
bom açúcar de domingo,
doce melado doente…
Deixa a pobre tonta,
na pouca vida que conta.
Aí vem Dona Fênix e boom!
Ah, Coelho!
um pingo já basta,
barato ou não —
o que conta
é o doce na boca
é a perda da razão
o que vale é a tonteira
a promessa de valsa
é o giro e a ilusão
Tags: Fênix em Verso e Prosa, poema, poema-resposta, poesia
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Janeiro 27, 2009 at 11:00 pm
Interessante como nós, homens, gostamos da Fênix. Por que será? O poema, com certeza está bom, mas melhor que o giro, a ilusão… Abração!
O INTROMETIDO (episódio 1)
Janeiro 28, 2009 at 2:57 pm
Dr. Valente,
Porque ela é a Musa que desce do Panteão pra responder aquilo que os poetas cantaram à ela durante milênios.
(É bom lembrar que, ressalvadas as exceções, a poesia foi durante muito tempo coisa de homem. Quando a mulherada se mete a escrever vem tudo isso junto. A Dona Fênix é o maior exemplo disso: de uma força vermelha e milenar).
Intrometa-se, meu caro.
Fevereiro 1, 2009 at 7:33 pm
Coelho das horas, o poema da Renata (assim como o seu) é mesmo fofíssimo. Indiquei você prum meme, chega lá no acreditando pra ver. Abraços!
Fevereiro 19, 2009 at 10:35 pm
Parabéns Coelho… muito bem …