Dona Fênix ataca novamente (poema resposta)

Ela veio e fez muito mais que um comentário: ela transcendeu o próprio poemeto postado. Posto o post antigo aqui e abaixo o ataque de Dona Fênix:

Saído da cachola do Coelho:

 

 

Rapidamente um pingo
de açúcar barato sente,
pula como fosse bingo!

O que tinha em sua mente:
bom açúcar de domingo,
doce melado doente…

Deixa a pobre tonta,
na pouca vida que conta.

 

 

Aí vem Dona Fênix e boom!

 

Ah, Coelho!

um pingo já basta,
barato ou não —
o que conta
é o doce na boca
é a perda da razão

o que vale é a tonteira
a promessa de valsa
é o giro e a ilusão

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4 Comments on “Dona Fênix ataca novamente (poema resposta)”


  1. Interessante como nós, homens, gostamos da Fênix. Por que será? O poema, com certeza está bom, mas melhor que o giro, a ilusão… Abração!

    O INTROMETIDO (episódio 1)

  2. Rafael Coelhoo'Clock Says:

    Dr. Valente,

    Porque ela é a Musa que desce do Panteão pra responder aquilo que os poetas cantaram à ela durante milênios.

    (É bom lembrar que, ressalvadas as exceções, a poesia foi durante muito tempo coisa de homem. Quando a mulherada se mete a escrever vem tudo isso junto. A Dona Fênix é o maior exemplo disso: de uma força vermelha e milenar).

    Intrometa-se, meu caro.


  3. Coelho das horas, o poema da Renata (assim como o seu) é mesmo fofíssimo. Indiquei você prum meme, chega lá no acreditando pra ver. Abraços!

  4. Mariana Says:

    Parabéns Coelho… muito bem …


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