Barata tonta
Rapidamente um pingo
de açúcar barato sente,
pula como fosse bingo!
O que tinha em sua mente:
bom açúcar de domingo,
doce melado doente…
Deixa a pobre tonta,
na pouca vida que conta.
This entry was posted on Janeiro 26, 2009 at 4:04 pm and is filed under redondilhas. You can subscribe via RSS 2.0 feed to this post's comments.
Tags: barata tonta, fulminância, poema, poesia
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Janeiro 27, 2009 at 2:51 am
Ah, Coelho!
um pingo já basta,
barato ou não —
o que conta
é o doce na boca
é a perda da razão
o que vale é a tonteira
a promessa de valsa
é o giro e a ilusão
Janeiro 27, 2009 at 1:58 pm
A Dona Fênix com seu poemas-resposta foi muito além do que esse singelo poemeto. Vai virar post.
Janeiro 31, 2009 at 6:40 pm
Oi, Coelho das Horas, de volta aos blogs, vim te visitar! Gostoso o seu barato, ótimo o da Renata! Sempre bom vir aqui. Abração,