Punheto
(soneto do sobrinho)
Minha tia frígida
exercita em sadio
pula cavalos no escuro
grita vãs ais gentios.
Minha tia incólume
ventre de um ão violão
tédio avança que copula
mexida gema que ovula.
Minha tia soberbada
musculados gorgorões
suadas metanças contíguas.
Minha tia saciada
securas de molhar saliva
comida, dada, ambígua.
Tags: poemas eróticos, pueteiro, punheta, punheteiro, sobrinho, tia
You can comment below, or link to this permanent URL from your own site.
Setembro 19, 2008 at 3:09 pm
Oi, Coelho.
Gostei.
Setembro 20, 2008 at 3:40 am
Cá entre nós, Fênix, que você também é uma moça, as mais velhas, poucas sabem, mas delas saem sonhos mais perversos na cabeça dos jovens pueteiros. As poucas que sabem se aproveitam: são aproveitadas.
bjo.
Setembro 21, 2008 at 4:57 am
Coelho,
Hum, interessante isso.
Bom saber. Bom saber.
)))
Beijooooooooooooooo
Outubro 7, 2008 at 11:45 pm
Todo mundo teve uma tia gostosona. Comê-la? Nem todos pudemos. Fudemo! (com a mão)
Outubro 8, 2008 at 3:09 pm
Essa coisa mal resolvida entre tias e garotos é falta de comunicação entre as partes.
Me lembrei da Beth, minha professora de ciências. Uma bela melancia… e a matéria não era botânica.